COMBATIVES
PREPARE TO RESPOND.
PERCEPÇÃO • PREVENÇÃO • PROTEÇÃO • RESPOSTA
PERCEPÇÃO • PREVENÇÃO • PROTEÇÃO • RESPOSTA
COMBATIVES™ · SÃO PAULO · BRASIL
A COMBATIVES™ estuda violência, comportamento, prevenção e proteção a partir de pesquisa, dados, casos documentados e experiência prática.
Uma situação real envolve pessoas, ambiente, tempo, distância, surpresa, vulnerabilidades e decisões.
Entender como esses fatores se combinam ajuda a perceber riscos mais cedo e amplia as possibilidades de proteção.
A resposta começa pela compreensão do problema.
Proteção começa antes do contato físico. Perceber antes pode abrir mais espaço para decidir.
CAMPO DE ESTUDO
A COMBATIVES™ observa a situação como um todo: comportamento, ambiente, vulnerabilidades, tempo e possibilidades de ação.
Dados, estudos, casos documentados e experiência prática ajudam a compreender melhor cada problema.
A partir daí, prevenção, proteção e resposta passam a fazer parte da mesma leitura.
01
Como situações de violência começam, evoluem e mudam conforme comportamento, ambiente e circunstâncias.
02
Atenção, surpresa, estresse, percepção e decisão quando tempo e informação são limitados.
03
Casos documentados ajudam a entender o que aconteceu, em que contexto e quais fatores influenciaram o resultado.
04
Percepção, distância, posicionamento, comunicação, saída, busca de ajuda e decisões adequadas à situação.
05
Movimento, posicionamento e respostas simples para criar espaço, proteger e sair quando agir se torna necessário.
06
Idade, mobilidade, ambiente, rotina e responsabilidade por outras pessoas mudam a forma de proteger.
HISTÓRIA & CONTEXTO
Casos históricos mostram como pessoas lidaram com violência, surpresa, pressão, preparação e incerteza em épocas muito diferentes.
Métodos e tecnologias mudam. Alguns problemas humanos continuam aparecendo.
Comparar épocas ajuda a entender o que permanece útil e o que fazia sentido apenas dentro de um contexto específico.
INCIDENTES REAIS
Um incidente mostra o que aconteceu com aquelas pessoas, naquele lugar e naquele momento.
Quando dezenas ou centenas de casos são estudados com método, começam a aparecer recorrências, diferenças e limites que uma experiência isolada dificilmente mostraria.
É por isso que estatísticas, pesquisas e relatórios sérios têm tanto valor: dão escala ao que antes podia parecer apenas impressão ou experiência pessoal.
PROTEÇÃO
Perceber uma mudança, manter distância, escolher uma saída, pedir ajuda ou proteger outra pessoa também são formas de resposta.
Crianças, mulheres, idosos, famílias e pessoas com diferentes condições físicas enfrentam problemas e vulnerabilidades diferentes.
Quando existe espaço para decidir antes, esse espaço tem valor.
REAL-WORLD RESPONSE
Algumas situações chegam ao contato e exigem uma resposta imediata.
Movimento, distância, posicionamento, proteção de terceiros, contato próximo e respostas simples fazem parte da preparação.
O objetivo é criar uma oportunidade para proteger, romper o contato e sair.
Espaço, surpresa, condição física, ambiente e número de envolvidos mudam o que é possível em cada momento.
ÁREAS DE ESTUDO
A pesquisa COMBATIVES™ acompanha diferentes problemas e busca as referências mais adequadas para cada um.
01
Violência, comportamento do ofensor, agressões e prevenção.
02
Fatores humanos, surpresa, estresse, percepção e tomada de decisão.
03
Ambiente, residências, condomínios, veículos, deslocamentos e prevenção situacional.
04
Violência direcionada, ataques, sequestros, reféns e situações críticas.
05
Proteção de crianças, mulheres, idosos, famílias e pessoas em diferentes condições de vulnerabilidade.
06
Incidentes documentados, estatísticas, pesquisa institucional e história dos Combatives.
PESQUISA & REFERÊNCIAS
A COMBATIVES™ consulta fontes brasileiras e internacionais conforme o tema estudado.
O interesse está no que cada fonte realmente apresenta: dados, número de casos, método, contexto, recorrências e limitações.
Experiência prática ajuda a fazer perguntas. Estudos sérios permitem comparar essas experiências em uma escala muito maior.
Dados, violência & vitimização
MJSP, SENASP/Sinesp, Ministério da Saúde, FBI Crime Data, Bureau of Justice Statistics, estatísticas britânicas, francesas, espanholas e outras bases públicas.
Comportamento criminal & análise de casos
FBI Behavioral Analysis, NCAVC e ViCAP, Bundeskriminalamt (BKA), Gendarmerie Nationale francesa, Royal Canadian Mounted Police (RCMP) e pesquisa criminológica.
Ameaças, ataques & violência direcionada
U.S. Secret Service National Threat Assessment Center (NTAC), FBI, National Institute of Justice (NIJ), NPSA, Counter Terrorism Policing e outras referências especializadas.
Crianças, mulheres, idosos & famílias
Fontes brasileiras, WHO, CDC, Council of Europe, FRA, EIGE, INTERPOL e pesquisas voltadas à violência, abuso, exploração e proteção.
Fatores humanos & decisão
College of Policing e literatura científica sobre atenção, percepção, estresse, desempenho humano, comunicação e tomada de decisão sob pressão.
Crises, história & experiência documentada
Publicações policiais, arquivos históricos e materiais públicos de instituições e unidades especializadas utilizados quando acrescentam contexto ao tema estudado.
As instituições, organizações e campos de pesquisa citados são utilizados exclusivamente como fontes e referências de estudo. Sua inclusão não implica afiliação, certificação, aprovação, patrocínio ou relação institucional com a COMBATIVES™.
COMBATIVES™
Violência muda conforme as pessoas, o lugar, o momento e as circunstâncias.
Por isso, a COMBATIVES™ continua estudando casos, dados e experiências de diferentes países e realidades.
O conhecimento ganha valor quando ajuda alguém a perceber melhor uma situação, proteger uma pessoa ou tomar uma decisão mais clara.
REALIDADE · DADOS · PROTEÇÃO
Agressão física é uma parte do problema. Coerção, controle, negligência, exploração, perseguição, abuso psicológico e violência sexual também fazem parte da realidade. Entender como cada situação se desenvolve ajuda a perceber melhor o risco e proteger mais cedo.
CRIANÇAS E ADOLESCENTES
Crianças e adolescentes podem desaparecer em circunstâncias muito diferentes. Afastamento voluntário, conflitos familiares, perda de contato e situações criminosas fazem parte desse universo. Quanto mais cedo o contexto é compreendido e as informações circulam, melhores são as condições para orientar a busca e a proteção.
MULHERES
Controle, perseguição, ameaças, isolamento, pressão financeira, violência psicológica e sexual podem aparecer antes ou junto da agressão física. Reconhecer mudanças de comportamento e padrões de controle ajuda a compreender melhor o que está acontecendo.
PESSOAS IDOSAS
Familiares, cuidadores e outras pessoas podem ter acesso à residência, à rotina, às finanças, aos medicamentos e às decisões de uma pessoa idosa. Esse acesso merece atenção quando surgem sinais de negligência, abandono, exploração, controle ou violência.
VIOLÊNCIA SEXUAL
Muitos contextos de violência sexual envolvem pessoas que já conhecem a vítima ou têm acesso a ela. Confiança, proximidade, dependência, autoridade, vulnerabilidade e limites fazem parte da análise de proteção.
19.573
crianças de 0 a 11 anos e adolescentes de 12 a 17 anos registrados como desaparecidos no Brasil em 2025
155.111
denúncias de violência contra mulheres registradas pelo Ligue 180 no Brasil em 2025
84.388
registros de estupro informados pelas autoridades de segurança pública no Brasil em 2025
22,54%
das denúncias de violações de direitos humanos recebidas pelo Disque 100 em 2025 envolveram violência contra pessoas idosas
Fontes: Ministério da Justiça e Segurança Pública / Senasp, Relatório Estatístico Anual de Pessoas Desaparecidas e Localizadas 2024–2025; Ministério das Mulheres, dados do Ligue 180 referentes a 2025; Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026; e Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania / Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, Relatório de Gestão 2025. Os indicadores representam bases de dados, metodologias e unidades diferentes e não devem ser somados. Registros de desaparecimento não são equivalentes a casos de sequestro. Denúncias e registros recebidos pelos sistemas públicos não representam, por si só, casos judicialmente confirmados.