Uso da Força Policial nos Estados Unidos — Resistência, Controle e Lesões

COMBATIVES · RESEARCH · UNITED STATES

O que acontece entre a resistência e o controle?

Nos Estados Unidos, alguns dos estudos mais úteis não contam apenas quantas vezes uma técnica foi utilizada. Eles acompanham resistência, contato físico, repetição da força, lesões e o momento em que o confronto termina.

24.380 ocorrências de uso da força analisadas em um dos maiores estudos multiagência utilizados nesta pesquisa 

PRIMEIRO · UMA DIFERENÇA IMPORTANTE

Os Estados Unidos não têm uma base nacional equivalente à inglesa.

A coleta nacional do FBI concentra-se nos eventos com morte, lesão corporal grave ou disparo de arma de fogo contra ou na direção de uma pessoa. Isso não representa todo o universo de controle físico.

78% COBERTURA DA POPULAÇÃO POLICIAL · JUNHO 2025
60,4% LESÃO CORPORAL GRAVE ENTRE EVENTOS REPORTADOS
29,6% MORTE
10,6% DISPARO DE ARMA DE FOGO

Como a cobertura estava abaixo do limiar de 80%, o FBI não publicou uma estimativa nacional do número de incidentes nessa atualização.

24.380 OCORRÊNCIAS · 12 DEPARTAMENTOS

Contato físico não significa baixo risco físico.

Na análise multiagência, o uso de força física apareceu associado ao aumento das chances de lesão tanto do policial quanto da pessoa.

>300% AUMENTO NAS CHANCES DE LESÃO POLICIAL ASSOCIADO À FORÇA FÍSICA
>50% AUMENTO NAS CHANCES DE LESÃO DA PESSOA
12 DEPARTAMENTOS
1998–2007 PERÍODO DOS REGISTROS

Nível de força e risco físico não são a mesma variável.

Uma intervenção considerada relativamente baixa numa escala de uso da força pode exigir que o policial entre em contato corporal direto com uma pessoa que continua resistindo.

Associação não demonstra que o contato físico, isoladamente, tenha causado a lesão. Resistência e características da ocorrência também influenciam quais formas de controle são utilizadas.

RESISTÊNCIA

Quanto maior a resistência, maior o risco observado.

Nos modelos multiagência, níveis crescentes de resistência estiveram associados ao aumento do risco de lesão da pessoa e do policial. O aumento foi especialmente pronunciado para os policiais.

A técnica não pode ser analisada sem a resistência.

Comparar lesões entre técnicas sem considerar a intensidade do confronto pode confundir a forma de controle utilizada com a própria complexidade da ocorrência.

FORCE DEFICIT

E se uma das variáveis mais importantes for quantas tentativas foram necessárias?

Um estudo de cinco anos em duas agências da Flórida analisou a força como sequência. Os pesquisadores utilizaram o conceito de Force Deficit para examinar aplicações que não conseguiam encerrar a resistência e exigiam nova intervenção.

01 Resistência o confronto permanece ativo
02 1ª aplicação controle ou falha
03 Nova aplicação persistência do confronto
04 Controle fim da resistência ativa

As lesões aumentavam com a segunda e a terceira aplicações.

O estudo desloca a pergunta de “qual técnica foi usada?” para outra: “quantas aplicações foram necessárias até terminar o confronto?”.

2.395 CONFRONTOS · PRIMEIRA ITERAÇÃO

Conseguir controle na primeira aplicação.

TASER
 
69%
Agente químico
 
65%
Arma de impacto
 
45%
Derrubada
 
42%
Controle por imobilização
 
16%

Percentual de confrontos encerrados na primeira aplicação de cada opção no estudo. Não representa uma classificação universal de eficácia.

LUTA NO CHÃO

O solo aparece dentro de um problema maior: a luta que ainda não terminou.

Em análises de departamentos específicos, pesquisadores relataram que grande parte das lesões ocorreu quando policiais e pessoas lutavam no chão.

O chão não deve ser tratado apenas como uma posição.

A pergunta operacional é como a ocorrência chegou ao chão, se a resistência continuou, quantas tentativas de controle ocorreram e em que momento surgiu a lesão.

ARIZONA · 2024 · NÚMERO DE OPERADORES

Quantos policiais estavam envolvidos?

Uma variável básica costuma desaparecer das discussões sobre uso da força: quantos policiais estavam envolvidos quando o controle precisou ser realizado.

66,7% 1 POLICIAL × 1 PESSOA
255 OCORRÊNCIAS 1 × 1
60 OCORRÊNCIAS 2 × 1
40 OCORRÊNCIAS 3 × 1
1 policial × 1 pessoa
 
255
2 policiais × 1 pessoa
 
60
3 policiais × 1 pessoa
 
40
4 policiais × 1 pessoa
 
13

O número de operadores precisa entrar na análise.

Esses dados mostram quantos policiais estavam envolvidos, mas não demonstram que dois ou três policiais produzam automaticamente menos lesões. Para responder isso é necessário cruzar número de operadores, resistência, forma de controle, duração e resultado.

Arizona Criminal Justice Commission · 2024 Use of Force Report. Nos registros com múltiplos policiais, houve ocorrência envolvendo até nove policiais para uma pessoa.

WASHINGTON D.C. · DERRUBADA

Derrubar não é uma ocorrência rara.

Os relatórios de Washington D.C. permitem enxergar uma parte da mecânica do controle que normalmente desaparece das estatísticas nacionais.

47% DERRUBADA · REGISTROS DE 2025
34% DERRUBADA EM EQUIPE · MAIOR NÍVEL DE FORÇA · 2017
16% DERRUBADA INDIVIDUAL · MAIOR NÍVEL DE FORÇA · 2017
50% EQUIPE + INDIVIDUAL · 2017

Uma pergunta aparece imediatamente.

Quando uma pessoa precisa ser levada ao chão, existe diferença entre um policial tentar fazer isso sozinho e vários policiais realizarem o controle em conjunto?

Os 34% e 16% referem-se ao maior nível de força registrado nas ocorrências de Washington D.C. em 2017. Os 47% pertencem ao relatório de 2025. Os períodos não devem ser tratados como uma série diretamente comparável.

CONTATO FÍSICO · MÃOS E BRAÇOS

Grande parte do uso da força acontece muito perto.

Estudos americanos mostram que formas frequentes de força não envolviam tiros, bastões ou outras ferramentas. Eram ações físicas de controle.

77% EVENTOS COM USO DE MÃOS E BRAÇOS · ESTUDO DE MIAMI
64% EVENTOS ENVOLVENDO AGARRAR OU SEGURAR
15,8% PRISÕES COM TÁTICAS SEM ARMA · SEIS JURISDIÇÕES
2,1% PRISÕES COM ARMA OU FERRAMENTA POLICIAL

O cotidiano físico da prisão está no contato.

Agarrar, segurar, controlar e impedir movimento aparecem com grande frequência. São justamente situações nas quais o policial precisa reduzir a distância e entrar em contato corporal.

Os números vêm de estudos diferentes e não devem ser somados. Os dados de 77% e 64% pertencem ao estudo histórico de Miami. Os percentuais de 15,8% e 2,1% vêm do estudo de 7.512 prisões em seis jurisdições.

ALGEMAMENTO · UM PONTO CEGO

Colocar a algema não é apenas o final administrativo da prisão.

Para estudar controle físico é necessário saber o que acontece enquanto o policial tenta controlar os braços e colocar as algemas. Mas os sistemas americanos nem sempre registram essa fase da mesma forma.

16,4% PRISÕES SEM ALGEMA OU OUTRA CONTENÇÃO · SEIS JURISDIÇÕES
3% ALGEMAMENTO COM RESISTÊNCIA COMO MAIOR NÍVEL DE FORÇA · D.C. · 2017
? TEMPO ATÉ CONSEGUIR ALGEMAR
? MOMENTO EXATO DA LESÃO DURANTE O ALGEMAMENTO

O número de 3% não representa necessariamente toda a resistência durante o algemamento.

Em Washington D.C., naquele período, as regras de registro não obrigavam que toda resistência durante o algemamento aparecesse como ocorrência de uso da força. O próprio relatório chama atenção para a possibilidade de subcontagem.

Esse problema é metodologicamente importante: ausência de registro não significa necessariamente ausência do comportamento.

ESTUDO MULTICÊNTRICO · REVISÃO MÉDICA

Mais de um milhão de chamadas. 893 ocorrências de força.

1.041.737
chamadas policiais examinadas em três agências durante dois anos.
893 OCORRÊNCIAS DE USO DA FORÇA
0,086% DAS CHAMADAS · CERCA DE 1 EM 1.167
114.064 PRISÕES CRIMINAIS
0,78% DAS PRISÕES · CERCA DE 1 EM 128

1.399 APLICAÇÕES DE FORÇA

O contato físico foi a modalidade mais frequente.

Força física sem arma
 
710
Arma de energia conduzida
 
504
Agente químico
 
88
Cão policial
 
47
Arma de impacto
 
9
Arma de fogo
 
6

914 PESSOAS

Lesões significativas foram raras nessa amostra.

98% NENHUMA LESÃO OU LESÃO LEVE
1,8% LESÃO SIGNIFICATIVA
16 PESSOAS COM LESÃO SIGNIFICATIVA
1 ÓBITO · FERIMENTOS POR ARMA DE FOGO

As lesões significativas concentraram-se principalmente nos eventos envolvendo armas de fogo e/ou cães.

HOSPITALIZAÇÃO

Ser hospitalizado não significa ter sido lesionado pela força policial.

355 TRANSPORTADOS PARA UNIDADE MÉDICA
78 HOSPITALIZADOS
19 HOSPITALIZAÇÕES RELACIONADAS À LESÃO POR USO DA FORÇA
59 HOSPITALIZAÇÕES NÃO RELACIONADAS AO USO DA FORÇA

Relacionadas à força

Hospitalizações 24%

Não relacionadas à força

Hospitalizações 76%

Hospitalização é um resultado. Não é um mecanismo de lesão.

Nesse estudo, três em cada quatro hospitalizações tinham razão não relacionada à lesão produzida pelo uso da força.

DUAS PERGUNTAS DIFERENTES

Produzir controle e produzir lesão não são a mesma medida.

O estudo de cinco anos encontrou elevada capacidade dos cães policiais para terminar confrontos na primeira aplicação. Em outra análise, o uso de cães apresentou forte associação com lesão da pessoa.

Efetividade

Pergunta Controlou?

Quanto rapidamente a intervenção encerrou o confronto.

Segurança

Pergunta Lesionou?

Qual foi a frequência e a gravidade das lesões associadas.

Efetividade ≠ segurança.

Uma única escala não descreve adequadamente as duas dimensões.

7.512 PRISÕES · SEIS JURISDIÇÕES

A maior parte da força estudada não envolvia armas.

17,1% PRISÕES COM ALGUMA FORÇA FÍSICA POLICIAL
11,9% PRISÕES COM FORÇA FÍSICA CONTRA POLICIAIS
15,8% PRISÕES COM TÁTICAS POLICIAIS SEM ARMA
2,1% PRISÕES COM USO DE ARMA OU FERRAMENTA POLICIAL

A ação sem arma mais frequente era simplesmente agarrar.

A pesquisa recomendou maior atenção justamente às formas frequentes e menos severas de força, e não apenas aos eventos extremos.

TREINAMENTO · ICAT

Treinamento pode alterar resultados de campo. Mas não automaticamente.

Na avaliação do ICAT em Louisville, após o treinamento foram observadas reduções no uso da força e nas lesões.

>25% ↓ USO DA FORÇA
>25% ↓ LESÕES DE CIVIS
36% ↓ LESÕES POLICIAIS
ICAT COMMUNICATION · ASSESSMENT · TACTICS

Mas o efeito enfraqueceu com o tempo.

Os pesquisadores observaram perda de aderência ao treinamento quando o modelo não era reforçado pela supervisão.

ESTUDO RANDOMIZADO · 2026

Melhor comunicação. O uso da força não caiu.

Outro experimento avaliou treinamento de redução de conflito utilizando registros administrativos e observação sistemática de imagens de câmeras corporais.

Comportamentos intermediários

Comunicação e outras habilidades Melhoraram

Resultado operacional

Incidentes de uso da força Não caíram

Melhor comunicação não equivale automaticamente a menos força.

Programas diferentes podem modificar comportamentos diferentes e produzir resultados operacionais diferentes.

CÂMERAS CORPORAIS · PESQUISA

Vídeo também pode virar dado.

Pesquisadores já utilizam observação sistemática das imagens das câmeras corporais. Isso permite registrar elementos que frequentemente desaparecem dos relatórios administrativos.

01 Contato comportamento · distância · comunicação
02 Resistência passiva · ativa · agressão · fuga
03 Transição derrubada · queda · chão
04 Controle posição · operadores · algemamento
05 Tempo tentativas até controle
06 Lesão quando e como aparece
07 Pós-controle monitoramento · atendimento
08 Resultado prisão · hospital · outro

O QUE OS REGISTROS AINDA NÃO MOSTRAM BEM

Sabemos que houve lesão. Muitas vezes ainda não sabemos exatamente como ela aconteceu.

As grandes bases permitem identificar resistência, técnica, arma, lesão e resultado. Mas várias perguntas físicas importantes continuam sem resposta consistente.

01 Aproximação de frente · lateral · por trás
02 Primeiro contato quem tocou primeiro · onde segurou
03 Derrubada individual · equipe · queda acidental
04 Posição por cima · por baixo · lateral
05 Braços controle antes da algema
06 Algema tempo · tentativas · resistência
07 Lesão queda · golpe · torção · luta
08 Terceiros familiares · amigos · multidão

Essas ausências também são um resultado da pesquisa.

Até aqui não encontramos base americana robusta que permita afirmar, por exemplo, qual percentual de policiais lesionados estava por baixo no chão, quantos foram atacados por terceiros durante a contenção ou qual posição corporal produziu a lesão.

UMA UNIDADE DE ANÁLISE MAIS COMPLETA

Da abordagem à algema.

Os dados americanos sugerem que registrar apenas a técnica utilizada é insuficiente. Para entender a ocorrência é necessário reconstruir a sequência.

01 Operadores 1 × 1 · 2 × 1 · 3+ × 1
02 Aproximação posição · distância · ambiente
03 Contato agarrar · segurar · controlar
04 Resistência continua ou termina
05 Derrubada sozinho · equipe · queda
06 Chão posição · luta · novos operadores
07 Algemamento braços · tentativas · tempo
08 Controle resistência encerrada

A pergunta deixa de ser apenas “qual técnica foi usada?”.

Passa a ser: quantos operadores estavam presentes, como começou o contato, quantas tentativas foram necessárias, como ocorreu a transição para o chão, quando a pessoa foi controlada e em que momento alguém se lesionou.

O QUE OS ESTUDOS AMERICANOS ACRESCENTAM

Talvez a técnica isolada não seja a principal unidade de análise.

01 Resistência nível e comportamento
02 Contato a distância desaparece
03 Tentativa funciona ou falha
04 Transição queda · derrubada · chão
05 Luta a resistência continua
06 Controle a resistência termina
07 Algemamento estabilização
08 Resultado lesão · prisão · hospital

A variável a investigar: tempo e tentativas até o controle.

Contato físico, resistência, repetição da força, luta no chão e lesões aparecem conectados em diferentes estudos. A sequência precisa ser medida, não presumida.

A PESQUISA POR TRÁS DOS NÚMEROS

Não são exemplos. São milhares de ocorrências reais.

24.380 ocorrências

Effect of Less-Lethal Weapons on Injuries in Police Use-of-Force Events

Registros de 12 departamentos policiais, 1998–2007. Análise das lesões de policiais e pessoas e dos efeitos associados a diferentes formas de força.

National Institute of Justice · pesquisa financiada pelo NIJ. 

1.041.737 chamadas policiais

Injuries Associated with Police Use of Force

Estudo prospectivo multicêntrico em três agências. Médicos revisaram registros policiais e médicos para classificar gravidade e relação das lesões com o uso da força.

Bozeman et al. · Journal of Trauma and Acute Care Surgery · 2018. 

2.395 confrontos

Less Lethal Weapon Effectiveness: A Five-Year Analysis

Análise temporal de resistência, aplicações sucessivas de força e capacidade de terminar o confronto na primeira aplicação.

Mesloh · Henych · Wolf · 2008 · NCJ 224081. 

7.512 prisões

Understanding the Use of Force By and Against the Police

Seis jurisdições. Uso da força policial, força utilizada contra policiais, severidade, armas e formas de controle sem arma.

Garner · Maxwell · National Institute of Justice · 2002 · NCJ 196694. 

66,7% 1 policial × 1 pessoa

Arizona 2024 Use of Force Report

O relatório permite observar a relação numérica entre policiais e pessoas envolvidas nos registros de uso da força.

Arizona Criminal Justice Commission · 2024. 

47% derrubadas · 2025

Washington D.C. Use of Force

Relatórios do Metropolitan Police Department permitem separar formas de controle físico e acompanhar a presença de derrubadas nas ocorrências.

Office of Police Complaints · Washington D.C. 

RCT publicado em 2026

Police de-escalation training and its effects on communication

Experimento randomizado com observação sistemática de imagens de câmeras corporais e registros administrativos de uso da força.

McLean · Bussey · Nix · Rojek · Alpert · Journal of Criminal Justice · 2026 · NCJ 311156. 

REFERÊNCIAS PRINCIPAIS

Dados oficiais, estudos empíricos e registros operacionais.

24.380

Less-Lethal Weapons & Injuries

Estudo multiagência sobre força, ferramentas menos letais e lesões.

NIJ · estudo original 

1.041.737

Injuries Associated with Police Use of Force

Estudo multicêntrico com revisão médica das lesões.

National Institute of Justice 

2.395

Force Deficit · Five-Year Analysis

Aplicações sucessivas de força e término do confronto.

OJP / NIJ · NCJ 224081 

7.512

Use of Force By and Against Police

Seis jurisdições e milhares de prisões analisadas.

NIJ · NCJ 196694 

66,7%

Número de operadores · Arizona

Relação entre número de policiais e pessoas nos registros de uso da força de 2024.

Arizona Criminal Justice Commission 

47%

Derrubadas · Washington D.C.

Relatórios anuais sobre formas de força, incluindo derrubadas e controles físicos.

Office of Police Complaints · Use of Force Reports 

77%

Mãos, braços e controle físico

Dados históricos sobre formas frequentes de força, resistência e lesões durante contato físico.

NIJ / BJS · NCJ 176330 

2026

Treinamento + câmeras corporais

Observação sistemática de vídeo e resultados operacionais.

NIJ · NCJ 311156 

FBI

National Use-of-Force Data Collection

Coleta nacional americana concentrada nos eventos graves de uso da força.

Federal Bureau of Investigation 

NOTA DE LEITURA

Esta página reúne estudos com períodos, agências, definições, amostras e denominadores diferentes. Os resultados não devem ser somados nem tratados como uma única amostra nacional.

Associações entre resistência, formas de controle e lesões não demonstram, isoladamente, causalidade. A intervenção utilizada também depende do comportamento da pessoa, ameaça, resistência, ambiente, número de policiais, política da agência e outras características da ocorrência.

Dados de Washington D.C., Arizona, Miami e outros departamentos descrevem suas respectivas amostras e períodos. Não representam, isoladamente, todos os departamentos policiais dos Estados Unidos.

O objetivo da análise é identificar variáveis operacionais que possam ser medidas: número de operadores, resistência, contato físico, falha da primeira intervenção, derrubada, transição ao chão, número de aplicações, algemamento, tempo até controle, lesões e resultado.